Já passamos do meio do ano. E ainda há tempo para você melhorar sua qualidade de vida no ano de 2013.
Hábitos saudáveis como alongamentos, exercícios físicos, horas de sono bem dormidas, alimentação saudável pode fazer a diferença em sua saúde. Pensando em apoiá-los nessa mudança o Centro de Referência em Saúde do Trabalhador, irá publicar o link de uma cartilha da Aché, com dicas para melhorias na qualidade de vida.
Que tal, acessar, ler, por as orientações em prática para levar a vida de uma maneira agradável e saudável? Se gostar, divida as informações com família e amigos, a sua saúde está em suas mãos!
Há tanto se discuti sobre o ato médico, sobre a vinda
de médicos de outros Países para nos apoiar a Saúde Pública e muitos
profissionais esquecem de suas verdadeiras obrigações. Tudo que diz respeito à
Saúde é polêmico, bem precioso, que permeia nossa vida. Temos uma outra
propositura a fazer são elas, as notificações de agravos, que se fazem
necessárias e obrigatórias para que possam subsidiar ações importantes de
Vigilância em Saúde que muitos profissionais desconhecem ou apenas ignoram.
Essa nota é para lembrar a quão importância disto e
também ressaltar a disposição de penalidade pela omissão da notificação.
Sabemos que os profissionais de saúde no exercício da sua profissão, são
obrigados a comunicar ás autoridades locais sanitárias à ocorrência de casos
suspeitos ou confirmados de doenças / Agravos de relevância a Saúde Pública
determinados pela Portaria 104 de 25 de janeiro de 2011. No contrário poderão
ser acionados os conselhos de classe e o Ministério Público conforme previsto
em Lei nº 6.259 de 30 se outubro de 1975 e Portaria nº 5 SVS/MS de 2006. O
Código Penal prevê detenção de 6 meses a dois anos e multa para todo
profissional que descumprir essa responsabilidade.
E aí? O que faremos?
Há de se pensar que Educação Permanente é uma saída...
trata-se de uma estratégia fundamental e necessária, mas não suficiente. O
descaso, a impunidade com a saúde pública prevalece, de fato temos que nos
valer também da responsabilização.
O vídeo abaixo mostra a história da higiene no trabalho, contada, assim, parcialmente contada, porque não explica o conceito de saúde do trabalhador, que vai explicar os
agravos no trabalho através da
interrelação multifatorial. O vídeo foi postado por Rodolfo Vilela em sua página numa rede social e é muito interessante.
Em buscas pela internet, o CEREST encontrou uma série de vídeos lançados pela OIT sobre Trabalho Decente.
Os vídeos foram produzidos a partir das
demandas recebidas pela OIT durante o processo de realização das
Conferências Estaduais de Trabalho Decente ocorridas
entre os meses de setembro e dezembro de 2011 em todas as unidades da
Federação e envolveram representantes de
governos e representações de empregadores e de trabalhadores e da
sociedade civil no mais amplo processo de diálogo social em curso no
País.
As estimativas são de que cerca de 23 mil pessoas participaram das
discussões sobre os temas do mundo do trabalho, que culminaram com a
realização da I Conferência Nacional de Emprego e Trabalho Decente
(CNETD), que foi realizada em Brasília em maio de 2012.
No primeiro vídeo é apresentada uma visão geral sobre o Trabalho
Decente, com testemunhos de representantes do Escritório da OIT, de
organizações de empregadores e de trabalhadores e do governo. Há
participações da Diretora do Escritório da OIT no Brasil, Laís Abramo,
do coordenador nacional do Projeto Internacional para a Eliminação do
Trabalho Infantil (IPEC, pela sigla em inglês), Renato Mendes, do
coordenador do Projeto de Combate ao Trabalho Escravo, Luiz Machado, e
da coordenadora do Programa de Promoção da Igualdade de Gênero e Raça no
Mundo do Trabalho e Prevenção e
Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas, Márcia Vasconcelos. Os
representantes dos empregadores junto ao Conselho de Administração da
OIT, Dagoberto Lima Godoy, e dos trabalhadores, Nilton Souza Silva, e
Mário Barbosa, da Assessoria Internacional do Ministério do Trabalho e
Emprego (MTE), também dão seus testemunhos.
O segundo vídeo, intitulado “Fala Povo”, traz depoimentos espontâneos de
trabalhadores e cidadãos mostrando o que as pessoas entendem por
Trabalho Decente.
A Supervisora do CEREST Regional Marília, Luciana Caluz está presente no Seminário "Potencialidades da Atenção Básica na Atenção Integral à Saúde dos Trabalhadores", que está acontecendo hoje (04/07) e amanhã (05/07) em São Paulo. O encontro segue as diretrizes de ação do Ministério da Saúde e do SUS, que possui a Atenção Básica como ordenadora do Sistema de Saúde e tem como responsabilidade a proteção social aos trabalhadores, na construção de uma rede que execute o previsto na Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora.Segundo dados da ENSP/Fiocruz, hoje, no Brasil, existem cerca de 93 milhões da população em idade
ativa. Destes, uma média de 54 milhões estão empregados e 32 milhões têm carteira assinada. Quase 54% da população ativa é contribuinte da
previdência social e os ,outros 46,5% não são, ou seja, mais de 43
milhões de não contribuintes. “O que isso significa em termos de
garantias da saúde do trabalhador? Essa é uma preocupação,
principalmente pelo grande grupo de trabalhadores desassistidos.”
A assistência a esses trabalhadores, acontece na saúde, que por ser universal tem como dever atende-los e garantir trabalhos que promovam bem-estar social e saúde e não o contrário. Assim, conforme Elizabeth Costa Dias, em uma fala realizada em evento da ENSP de Saúde do Trabalhador, a Atenção Primária se configura num espaço potencial de acolhimento e contato com os trabalhadores brasileiros e pode ser promotora de compreensão da
determinação social do processo saúde-doença; local potencial de
controle social; e indissociabilidade entre as práticas
preventivas-curativas com a primazia da prevenção; e o enfoque
transversal das políticas e práticas de saúde intra e intersetoriais.
Veja na íntegra a reportagem sobre a fala de Elizabeth Costa Dias sobre Atenção Primária e Saúde do Trabalhador realizada em evento da ENSP no link abaixo:
Mudanças climáticas, riscos para a vida, vulnerabilidade, prevenção, desastres
climáticos e sociais são temas que o documentário apresenta e aprofunda, ao percorrer suas ramificações por diversas áreas do conhecimento e da ação humana. Um convite à reflexão, um instrumento de transformação.
Dirigido por Sandra Alves e Vera Longo, o documentário agrega uma série de entrevistas com representantes do poder público, de institutos de pesquisa, de organizações não-governamentais, especialistas e personalidades da área do Brasil, de Santa Catarina, e da Estratégia Internacional para Redução de Desastres (EIRD) da ONU. São jornalistas, pesquisadores, psicólogos, educadores, artistas, atingidos por desastres, que juntos formam uma teia de reflexões interdisciplinares, num diálogo com imagens de natureza e urbanidade.
"O filme é uma leitura da realidade feita por pessoas muito diferentes, uma grande reflexão sobre como viver melhor no mundo atual e os seus desafios. Está longe de ser um filme técnico que vai te dizer o que fazer diante de um desastre. Antes, ele vai sensibilizar", observa Sandra Alves. O conteúdo complexo e amplo vai se aprofundando como numa espiral, porém "o filme pode ser entendido por camadas, da mais imediata à mais profunda, e é acessível a toda população. Ele estimula discussões, é um instrumento de transformação", complementa Vera Longo.
Ficha técnica do filme:
Título: Percepção de Risco, a Descoberta de um Novo Olhar
Gênero: Documentário
Tempo de duração: 77 minutos
Direção e Idealização: Sandra Alves e Vera Longo
Fotografia e câmera: Sandra Alves
Roteiro e Montagem: Sandra Alves e Vera Longo
Edição e finalização: Sandra Alves
Pesquisa: Sandra Alves, Vera Longo, Barbara Pettres, Patricia Abuhab, Guilherme Blauth
Música original: André Abujamra
Ilustrações: Samuel Casal
Produção Executiva: Sandra Alves, Vera Longo e Carolina Borges